RTRS, BASF e Amaggi realizam estudo sobre benefícios concretos da certificação da soja

Estamos trabalhando em conjunto com empresas comprometidas, como a BASF e a Amaggi, para acelerar a produção, comercialização e logística da soja sustentável através do profundo conhecimento dos impactos que a certificação RTRS tem para o produtor, a sociedade e todos os atores envolvidos. Nesse contexto e com esse objetivo, estamos trabalhando em um projeto para definir indicadores prioritários em nível de produtor e desenvolver um sistema consistente de monitoramento e avaliação que possa ajudar a acompanhar o progresso, proporcionar mais transparência, medir e monitorar para, finalmente, gerar informações de alta qualidade que ajudem a diminuir o processo de tomada de decisões”, afirma Marcelo Visconti, Diretor Executivo da Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS).

O estudo foi aplicado pela Fundação Espaço ECO® (FEE®), organização instituída pela BASF para medir e avaliar a sustentabilidade por meio de metodologias desenvolvidas e reconhecidas internacionalmente. Foram entrevistados 32 produtores de soja certificada pela RTRS nas regiões de Mato Grosso, Goiás e MATOPIBA (com foco nos estados de Maranhão e Bahia) e 12 representantes de outros setores da cadeia de valor, como exportadores, indústrias, sociedade civil, entre outros.

A BASF acredita nos benefícios da certificação RTRS para o agricultor. E o estudo vem demonstrar que esse processo traz ganhos reais de produtividade, redução de custos e mais segurança, o que contribui para aumentar o potencial competitivo da soja brasileira”, afirma Daniela Ferreroni, gerente de Comunicação e Sustentabilidade da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF no Brasil.

Entre os impactos positivos percebidos após a certificação, os produtores veem como benefício imediato a melhora na organização geral da fazenda, tanto na infraestrutura como nos processos internos. A segurança em relação à interpretação e ao cumprimento da legislação foi frequentemente mencionada. Também foi verificado que os produtores têm utilizado os créditos recebidos pela soja certificada para investir em capacitação e treinamentos dos seus funcionários.

Os outros setores como exportadores, indústrias e sociedade civil entendem que a certificação é uma ferramenta importante para o gerenciamento de riscos, garantindo a origem responsável da soja, respondendo à legislação dos países importadores e aumentando a transparência na cadeia de suprimentos.
Também gera valor em termos de imagem e reputação, demonstrando compromisso com exigências de mercado e acionistas. Além disso, impulsiona o desenvolvimento da cadeia de valor e a melhoria contínua, facilitando o diálogo entre públicos de diferentes setores.

A Amaggi foi a primeira empresa do mundo a receber a certificação da RTRS. “Para o grupo, as certificações são essenciais para agregar valor à cadeia e garantir que os clientes estão comprando um produto ambiental, social e economicamente correto”, afirma Juliana Lopes, diretora de Sustentabilidade e Comunicação da Amaggi.

O diagnóstico feito também mostrou que os principais desafios para a certificação estão relacionados à mudança de mentalidade e engajamento dos envolvidos no processo, o desenvolvimento de uma visão de gestão mais robusta dentro da fazenda, bem como a necessidade de enxergar os custos de adequação geral como investimentos de longo prazo.

Em Sorriso a certificação é feita através do projeto Gente que Produz e Preserva, do Clube Amigos da Terra (CAT Sorriso). Atualmente são 17 propriedades certificadas e 8 em processo de certificação no padrão internacional RTRS, que comprova que o agricultor produz, mas também se preocupa com o meio ambiente.

Contato:

O Clube Amigos Da Terra está aberto para receber novos produtores interessados em fazer parte do Projeto Gente que Produz e Preserva. O CAT fica na sala anexa ao Sindicato Rural de Sorriso e o telefone de contato é o (66) 3544-3379.

Visite também o nosso site www.catsorriso.com.br nele é possível conhecer o projeto e ter acesso ao guia passo a passo parasse tornar um produtor de soja RTRS.

Com o propósito de diagnosticar como a certificação gera a sustentabilidade em toda a cadeia agrícola, a Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS) em conjunto com a BASF e o Grupo Amaggi realizaram um estudo para verificar os benefícios ambientais, sociais e econômicos da certificação RTRS em fazendas de soja certificada no Brasil.

Estamos trabalhando em conjunto com empresas comprometidas, como a BASF e a Amaggi, para acelerar a produção, comercialização e logística da soja sustentável através do profundo conhecimento dos impactos que a certificação RTRS tem para o produtor, a sociedade e todos os atores envolvidos. Nesse contexto e com esse objetivo, estamos trabalhando em um projeto para definir indicadores prioritários em nível de produtor e desenvolver um sistema consistente de monitoramento e avaliação que possa ajudar a acompanhar o progresso, proporcionar mais transparência, medir e monitorar para, finalmente, gerar informações de alta qualidade que ajudem a diminuir o processo de tomada de decisões”, afirma Marcelo Visconti, Diretor Executivo da Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS).

O estudo foi aplicado pela Fundação Espaço ECO® (FEE®), organização instituída pela BASF para medir e avaliar a sustentabilidade por meio de metodologias desenvolvidas e reconhecidas internacionalmente. Foram entrevistados 32 produtores de soja certificada pela RTRS nas regiões de Mato Grosso, Goiás e MATOPIBA (com foco nos estados de Maranhão e Bahia) e 12 representantes de outros setores da cadeia de valor, como exportadores, indústrias, sociedade civil, entre outros.

A BASF acredita nos benefícios da certificação RTRS para o agricultor. E o estudo vem demonstrar que esse processo traz ganhos reais de produtividade, redução de custos e mais segurança, o que contribui para aumentar o potencial competitivo da soja brasileira”, afirma Daniela Ferreroni, gerente de Comunicação e Sustentabilidade da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF no Brasil.

Entre os impactos positivos percebidos após a certificação, os produtores veem como benefício imediato a melhora na organização geral da fazenda, tanto na infraestrutura como nos processos internos. A segurança em relação à interpretação e ao cumprimento da legislação foi frequentemente mencionada. Também foi verificado que os produtores têm utilizado os créditos recebidos pela soja certificada para investir em capacitação e treinamentos dos seus funcionários.

Os outros setores como exportadores, indústrias e sociedade civil entendem que a certificação é uma ferramenta importante para o gerenciamento de riscos, garantindo a origem responsável da soja, respondendo à legislação dos países importadores e aumentando a transparência na cadeia de suprimentos.
Também gera valor em termos de imagem e reputação, demonstrando compromisso com exigências de mercado e acionistas. Além disso, impulsiona o desenvolvimento da cadeia de valor e a melhoria contínua, facilitando o diálogo entre públicos de diferentes setores.

A Amaggi foi a primeira empresa do mundo a receber a certificação da RTRS. “Para o grupo, as certificações são essenciais para agregar valor à cadeia e garantir que os clientes estão comprando um produto ambiental, social e economicamente correto”, afirma Juliana Lopes, diretora de Sustentabilidade e Comunicação da Amaggi.

O diagnóstico feito também mostrou que os principais desafios para a certificação estão relacionados à mudança de mentalidade e engajamento dos envolvidos no processo, o desenvolvimento de uma visão de gestão mais robusta dentro da fazenda, bem como a necessidade de enxergar os custos de adequação geral como investimentos de longo prazo.

Em Sorriso a certificação é feita através do projeto Gente que Produz e Preserva, do Clube Amigos da Terra (CAT Sorriso). Atualmente são 17 propriedades certificadas e 8 em processo de certificação no padrão internacional RTRS, que comprova que o agricultor produz, mas também se preocupa com o meio ambiente.

Contato:

O Clube Amigos Da Terra está aberto para receber novos produtores interessados em fazer parte do Projeto Gente que Produz e Preserva. O CAT fica na sala anexa ao Sindicato Rural de Sorriso e o telefone de contato é o (66) 3544-3379.

Visite também o nosso site www.catsorriso.com.br nele é possível conhecer o projeto e ter acesso ao guia passo a passo parasse tornar um produtor de soja RTRS.

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