No dia do meio ambiente, projeto do CAT completa 11 anos de existência

No dia mundial do meio ambiente (05/06) o Clube Amigos da Terra (CAT Sorriso) tem motivos de sobra pra comemorar. Há exatos 11 anos surgia o projeto Sorriso Vivo. Voltado a Educação Ambiental se tornou um programa que desenvolve até hoje uma série de ações. Todas, no entanto, com o mesmo objetivo: promover o melhor aproveitamento econômico e social dos recursos naturais de Sorriso.

Inicialmente, a ideia era disseminar a prática da agricultura sustentável, com o plantio direto e ações educativas destinadas à sensibilização da sociedade sobre o seu papel na recuperação das áreas ambientais degradadas do município. Mas hoje, o projeto vai muito além. O Sorriso Vivo despertou em professores e estudantes a iniciativa em separar o lixo e incentivou ações de combate às queimadas urbanas.

Em algumas unidades escolares, foram implantadas hortas com a utilização das técnicas da compostagem. Os produtos são utilizados na merenda escolar e até distribuído para os alunos. Produtos fresquinhos consumidos por toda a família.

Com o projeto também surgiu a vitrine de reposição florestal, implantada na fazenda Santa Maria da Amazônia. Por lá, passam por ano mais de mil crianças e adolescentes. “Na época trouxemos da cidade de Nobres – MT, cinco mil mudas nativas do bioma do cerrado para recuperação da cabeceira d’agua. Hoje o local é preservado, conta com um lindo lago cercado por um bosque que atriu animais silvestres e pássaros. É um ponto de apoio para professores e estudantes que querem conhecer espécies de árvores nativas”, disse o presidente do CAT, Darcy Getúlio Ferrarin.

o projeto também serviu de inspiração para produtores rurais de Sorriso e região, em recuperar as matas ciliares degradadas. A iniciativa superou o plantio de 2 milhões de mudas nativas. O sucesso foi tanto que chamou a atenção de grupos internacionais que visitaram a vitrine de reposição florestal.

Dentro do projeto Sorriso Vivo também surgiu a cartilha Amigos da Terra. O material pedagógico que está na quinta edição já abordou temas como conservação do solo, produção de alimento, a preservação da água, flora e faunda.

O material é disponibilizado para as escolas municipais, de graça, para que os professores trabalhem de forma lúdica a educação ambiental. As cartilhas chegaram às salas de aula graças à parceria entre o CAT e a Secretaria Municipal de Educação. O material é elaborado por profissionais capacitados para tocar e chamar a atenção das crianças.

O CAT acredita que as crianças são excelentes multiplicadores de informações e que quanto mais cedo se aprende mais consciente ele se torna com as questões ambientais.

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